sexta-feira, abril 28
Vagaroso e ligeiro, cauteloso e passageiro | DIARIO
Amor aos poucos, como fazem os loucos.
Um dia de cada vez, sem promessas vazias nem porquês.
Um compromisso solidificado num talvez.
De hora em hora, o sino toca, mas nos deixamos o tempo badalar e deixamos passar as horas sem as contar.
Amar devagarinho, pra frente é que é caminho, e com a ligeireza do passo distribuímos carinho.
Amor vagaroso e ligeiro, cauteloso e passageiro.
terça-feira, abril 18
Amor. | DIARIO
Por ti.
Onde quer que estejas, quem quer que sejas.
Sempre mais do que chocolate e nunca menos do que até marte.
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domingo, abril 9
segunda-feira, março 13
sexta-feira, março 10
Mais de 1000 razões para ser feliz #44
Um brinde às novas tradições.
De março em diante, a primeira sexta feira do mês é garantidamente doce.
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quinta-feira, março 9
Folga | DIÁRIO
Muito raramente estou em melhor companhia do que quando estou sozinha.
E nas raras exceções, é um livro que me acompanha.
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quarta-feira, março 8
Amor platónico | DIÁRIO
Paris,
tenho saudades tuas.
E dos sonhos que albergas,
da esperança que cultivas e
do alento que me davas.
Paris,
tenho saudades de tuas,
mas mais saudades minhas.
Saudades do que eu era,
quando me vestia de quimeras
e passeava as minhas fantasias,
Paris,
tenho saudades das tuas ruas largas,
onde apenas cabem alegrias,
e dos becos sem fim,
onde tu sempre florias.
Paris,
tenho saudades das minhas virtudes,
das nossas euforias,
que ficaram por ai esquecidas.
Foste o meu maior amado,
E eu mais uma das tuas vadias.
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quarta-feira, fevereiro 15
Mais de 1000 razões para ser feliz #43
Falamos de tudos, de nadas, acompanhadas por sushi (o teu preferido) e depois com café com leite (o meu preferido). E não deixamos que a vida nos leve o sentido. Lutamos contra o presente e as casualidades que tentam afastar-nos, e conversamos horas a fio de coisas que já falamos antes, com o mesmo afinco da primeira vez.
Devíamos tornar isto uma tradição. Seriamos ainda mais felizes.
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segunda-feira, fevereiro 6
sábado, janeiro 28
Medo | DIÁRIO
Deixei de escrever por medo.
Podia mentir e dizer que perdi o gosto pela escrita, fingir que estou com um bloqueio de criatividade, mas tenho de enfrentar a realidade e assumir finalmente que deixei de escrever por medo.
Por muitas vezes que abra uma pagina de word, por muitos cadernos que tenha comigo, por muita vontade que tenha de voltar a escrever - e tenho, se tenho! - acabo sempre por me esconder em trivialidades. Até deixei de ver filmes que e ler livros que sei me poderiam trazer inspiração, porque sei que depois não sei o que fazer com ela. E sinto falta dos filmes que me enchem de vontade de escrever sobre eles, que me trazem alento e me deixam de tal forma inquieta que tenho de partilhar o que senti com quem quer que seja; sinto falta dos livros, dos romances e clássicos que sempre gostei tanto, das citações que me fazem pensar e repensar naquilo em que acredito; mas deixo tudo isso de lado, porque não me sinto pronta para qualquer tipo de introspetiva que isso possa desencadear.
Nunca sinto.
- Deixei de sentir? -
E os filmes e os livros, que outrora foram combustível para a única coisa que nunca falhava em deixar-me plena, hoje tornaram-se a arma da ansiedade, que traz um fardo pesado e um peso no peito.
Quando foi que isto aconteceu não sei ao certo, não consigo apontar sequer uma razão, mas tornei-me emocionalmente preguiçosa e só depois de um empurrão bem dado, o consegui admitir.
Ainda doí admiti-lo. Custa-me saber que a miúda que tinha o coração na ponta dos dedos não sabe sequer o que fazer às mãos. Ainda que nunca tenha sido alguém que pregava amor aos sete ventos, sempre senti muito, apegava-me às pessoas e permitia que me conhecessem. Gostava de sentir. Gostava do que escrevia por sentir tanto, gostava da plenitude que isso me trazia e da franqueza que existia entre mim e os meus sentimentos.
Mas, deixei de fazê-lo. E sem saber o que o desencadeou sei que o faço por medo.
Deixei de escrever por ter medo. Medo de sentir.
E não há vontade mais sôfrega que eu tenha do que a vontade de escrever.
E não há medo maior que eu hoje tenha, do que o medo de sentir.
De todas as coisas que eu poderia ter deixado de fazer, deixei de parte a que me personificava.
E foi o medo quem me roubou.
Deixei de escrever por medo,
Mas de hoje em diante não escrevo mais a medo.
Prometo.
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terça-feira, janeiro 17
domingo, janeiro 8
domingo, janeiro 1
Mais de 1000 razões para ser feliz #40
Anos novo, velhos hábitos.
Que privilégio é
poder trazer para 2017
as pequenas coisas
que me fazem
feliz.
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segunda-feira, novembro 21
Mais de 1000 razões para ser feliz #39
Domingando.
Não é algo que faça muito, alias desde que vivo sozinha, que prefiro passar os domingos a trabalhar. Ficar em casa sem ter tradições de família, não tem a mesma piada. E ver toda a gente sair e cumprir os seus rituais domingeiros, enquanto eu fico sem saber o que fazer, tem ainda menos piada. Por isso, eu prefiro evitar o dia, e por sorte, acabo por trabalhar praticamente todos os fins de semana.
Mas de vez em quando, há um domingo que foge à regra, e que bom que é quando isso acontece. Da pra matar as saudades e relembrar o gosto particular dos domingos.
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domingo, outubro 30
quinta-feira, outubro 27
sexta-feira, setembro 30
Mais de 1000 razões para ser feliz #37
Quando me deixam chocolate no cacifo. As vezes é Kinder Bueno, outras vezes são recomendações literárias, outras ainda, séries românticas. E eu, que não sou de fácil adaptação, aos pouquinhos, vou começando a sentir-me em casa.
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quarta-feira, setembro 7
terça-feira, julho 26
domingo, julho 24
Mais de 1000 razões para ser feliz #34
A única pessoa que nunca desvalorizou os meus dilemas, nunca minimizou o que me magoou, nunca troçou dos meus sonhos. Já lá vão 11 anos.
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